Como as AI's podem ajudar no tratamento da ansiedade

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Há pouco tempo atrás, quando se ouvia falar em Inteligência Artificial as pessoas pensavam em robôs extravagantes e super tecnológicos e ,em um breve momento, já começavam teorias da conspiração sobre uma possível revolução onde os humanos eram feitos reféns das máquinas e uma guerra ciberespacial começava, enfim, a imaginação ia longe. Pois bem, podemos dizer que chegamos no futuro e alguns fragmentos desses pensamentos são verdade, outros eram só a mente em viagem para algum lugar bem longe.

Hoje vivemos em constante contato com as Inteligências Artificiais e colhemos os frutos do jeito que a tecnologia têm lidado com a evolução e produção dos estudos desse setor, afinal, em apenas 15 anos a gente foi do Disc-man (que armazenava um CD), para o Spotify (uma infinidade de músicas). Já parou para pensar nisso?

Ninguém encosta em um ‘’Spotify’’, nem tem como levar ele de um lugar para o outro, ele está em um lugar artificial, logo, também não existem limites ali dentro. Ninguém se restringe a colocar menos músicas, é um lugar de descobrir novas sensações, embora não dê para ver ele fisicamente, você pode levá-lo para onde quiser. Isso é Inteligência Artificial (AI).

Mas, para esclarecer bem tudo isso, a definição científica para o tema é ser um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a capacidade de ser inteligente. 

 Pouco tempo depois da Segunda Guerra Mundial, começou a se falar em redes neurais, que eram simulações artificiais de caminhos que o sistema nervoso faz e, quando integrados, produzem resultados inteligentes em máquinas. Vindo disso, hoje, mais ou menos 60 anos depois, são computadores e máquinas ultra dinâmicas com sistemas integrados.

E o que o hoje tem mesmo a ver com isso?
Bom, de um lado vemos um avanço extremamente sólido e estruturado. Quando se trata de relações humanas, devido ao excesso de informações e a sobrecarga de referências, demandas e exigências, a velocidade com a qual temos acesso a tudo na palma de nossas mãos fez com que alguns tipos de condições psicossomáticas apareçam. Entre eles o estresse, medo constante, depressão e até mesmo a ansiedade.
Talvez, vendo dessa forma, isso desperte uma visão pessimista ou confusa em relação às IA 's, mas o tema aqui é como a inteligência artificial pode ser útil e não assustadora, né?

Tecnologia entrando em harmonia
Pois bem, você já deve ter passado por alguma situação onde estava conversando sobre algo que queria comer ou comprar e pouco tempo depois -quase que magicamente- aquilo aparecia no seu feed.

Pode ficar tranquilo, não é nem um tipo de força oculta que faz isso acontecer, na verdade  isso é fruto dos leitores de voz que estão integrados em nossos celulares ou computadores.

Sabendo desse potencial, recentemente cientistas começaram uma série de pesquisas através desses softwares visando inserir os leitores de voz em relações interpessoais com o intuito de identificar pelo som  oscilações emocionais, bem como detectar sinais de ansiedade e depressão nos indivíduos, para gerar uma ajuda efetiva já nos primeiros estágios dos sintomas. 

No Brasil essa tecnologia se mostraria extremamente efetiva, uma vez que, segundo uma pesquisa feita pelo jornal CNN Brasil, durante a pandemia o Brasil liderou casos de ansiedade e depressão por conta dos impactos sofridos com o isolamento social. Quando a saúde caminha com a tecnologia, danos extremamente complicados podem ser tratados e revertidos.
Dá mesmo para perceber que a tecnologia e as inteligências artificiais foram feitas para colaborar com os seres humanos, dando uma olhada em algumas matérias científicas já podemos encontrar até mesmo planos de carros que andam ‘’sozinhos’’ -por programação- o que reduziria em muito as taxas de acidentes de trânsito e ajudariam no desenvolvimento cidades inteligentes. 

Exemplo disso é um café no Japão que incluiu robôs como garçons para ajudar pessoas com algum tipo de deficiência física, permitindo com que trabalhassem comandando os robôs de casa, e atendendo os clientes, você pode clicar aqui para ver um vídeo de como eles atuam.


O futuro começou?
Sim. Mas ainda existe muito a ser feito, a começar pelos problemas cotidianos e o modo como estamos desenvolvendo hábitos para lidar com a vida enquanto vemos essa transição tecnológica acontecer e aos poucos se integrarem na vida dos humanos. 
Classificada muitas vezes como ‘’excesso de futuro’’, a sugestão dos psicólogos é viver de fato um dia de cada vez, e como a fala de Antônio Geraldo da Silva, diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria, ‘’O transtorno começa quando as emoções passam do ponto, ou seja, ao invés de fazer a pessoa prosperar, ele atrapalha os seus compromissos e o seu dia a dia’’.
Por isso resolvemos deixar aqui algumas dicas para lidar com esses novos tempos que chegaram para todos:

Se permita fazer novas amizades;
Faça planos sim, mas viva o momento;
Insira a prática de exercícios físicos e caminhadas ao ar livre na sua rotina;
Cuide da sua alimentação, a Dn¹ pode te ajudar com uma suplementação natural;
Use a tecnologia ao seu favor, se possível desative algumas notificações de aplicativos;
Se possui alguma condição similar a ansiedade ou depressão, procure um psicólogo;
Respire fundo e não se prenda ao excesso de informações, a gente não precisa saber de tudo o tempo todo.


Vamos juntos fazer desse novo tempo ainda mais bonito, não deixando a esperança de lado e contando com a tecnologia a nosso favor, afinal, o futuro é brilhante.

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